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A janela de ouro: Por que o CFO estratégico está antecipando auditorias tributárias agora

No xadrez corporativo, o tempo é o recurso mais escasso e, paradoxalmente, o mais mal gerido. Para o CFO que lidera grandes operações, a aproximação de 2027 não representa apenas um marco burocrático, mas o fechamento de uma “janela de ouro”. Com a Reforma Tributária batendo à porta, o cenário de 2026 desenha uma oportunidade final e irrepetível: a de sanear o passado para financiar a transição do futuro.

O CFO estratégico já compreendeu que a inércia, neste momento, tem um custo de capital proibitivo. Antecipar auditorias tributárias não é mais uma questão de compliance rotineiro; é uma manobra de liquidez. O fim iminente de tributos como o PIS e a COFINS impõe uma contagem regressiva para a recuperação de créditos acumulados que, se não forem identificados e pleiteados agora, correm o risco de se perderem no labirinto das novas regras de transição.

Além disso, a antecipação permite o que chamamos de “limpeza de terreno”. Entrar no novo sistema carregando inconsistências ou interpretações frágeis do regime anterior é o caminho mais curto para o passivo fiscal em um ambiente de fiscalização cada vez mais automatizado e implacável. Ao realizar um diagnóstico profundo, preferencialmente amparado por inteligência de dados e Power BI, o gestor financeiro transforma o que seria um susto contábil em fôlego real para o Ebitda.

A janela de ouro está aberta, mas ela é estreita. O diferencial entre o sucesso e a estagnação na nova era tributária reside na capacidade de agir enquanto o mercado ainda reage.

 

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